PF mira crimes de R$ 803 mil com joias falsas penhoradas na Caixa
Fraudadores usavam peças de metais, banhadas a ouro, para 75 operações de crédito identificadas pelo banco estatal

Golpistas foram alvos da Polícia Federal, nesta sexta-feira (30), por fraudes em contratos de penhor com uso de joias falsas, que causaram prejuízos de R$ 803 mil à Caixa Econômica Federal, no Distrito Federal. A Operação Ouro de Tolo teve o apoio do banco estatal, que alertou a PF sobre os indícios de fraudes em outubro de 2025, por meio de sua área de segurança.
As joias falsas foram utilizadas como garantia em 75 contratos de penhor realizados pelo grupo criminoso, com o mesmo modus operandi, em diversas agências da capital da República.
E a operação obteve ordem judicial para bloquear bens dos investigados até o limite de R$ 803.833,59. E cumpre cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois no DF e três na região de Florianópolis.
“De acordo com as investigações, os fraudadores utilizavam peças confeccionadas com outros metais, banhadas a ouro, com o objetivo de enganar os avaliadores da instituição financeira e de obter valores superiores nos contratos de penhor. As investigações seguem em andamento para apurar a participação de outros envolvidos”, detalhou a PF.